N.P. não é esotérico, filósofo, místico ou estudioso, tampouco se considera culto o suficiente para ser referência. Procura observar atentamente os acontecimentos do dia-a-dia, assimilar as experiências e buscar o sentido subjetivo do cotidiano. Acredita que a vida é metafísica, em Deus, em Justiça e em Perfeição. Seus textos e conceitos não estão ligados a nenhuma corrente mística ou filosófica.

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